segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Rua São Bento

ÓTICA
ÓTICA
ÓTICA

ÓTICAÓT
ICAÓTIC
AÓTICAÓ
TICAÓTI
CAÓTICA

CAÓTICA

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Trégua


Foto aleatória que encontrei por aí.

Senhoras e senhores, eis que levanto a bandeira branca.

Verdade que esta guerra, declarada há mais de um ano, já praticamente inexistia na vida real. Se ganhei, se perdi? Entre mortos e feridos, nos toleramos, mas eu definitivamente não ganhei. Vencido pelo cansaço.

Falo dos gatos, é claro. Porque descobri que não há como vencê-los. Ou matava ou morria. E como acabei não matando, desisti. É claro, sim, tive baixas: um gato entrou em meu quarto sem ser punido e meu carro ganhou alguns arranhadinhos a mais. Mas agora finalmente reconheço alguns benefícios:

Em primeiro lugar, eles pararam de chafurdar o lixo, não tenho mais que limpar tudo pela manhã. E gatos comem baratas. E, dada a situação da macacos, é uma grande vantagem ter um predador desses à solta. Também incomodam ratos e outras pragas por aí. É, tem suas vantagens...

Neste ano não chutei nenhum gato. E nem fui expulsá-los de seu cantinho na frente de casa. E nem mais pretendo. Estou levantando a bandeira branca, não posso vencê-los. Estou começando a me acostumar em pensar nas vantagens em tê-los por perto.

É claro que essa situação de paz é como uma guerra fria... Se um dos dois lados começar a abusar demais, as coisas podem voltar a ser como era. (O que espero que não, porque não me lembro de vitórias significativas...)

E que esta trégua dure enquanto for vantajosa a ambos os lados.

Rodrigo

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Por qué no me puedo levantar antes de las doce del mediodía?
(Marque con una cruz la respuesta correcta)

a) Porque el horario de verano adelantó 5 horas y para ser coherente, el Planalto decidió que el sol apareciese por el medio.

b) Porque preciso dormir.

c) Porque mi sexto sentido está previendo intuitivamente un viaje que voy a hacer a algún lugar con 4 horas de diferencia de aqui y está preparando mi reloj biológico.

d) Porque es una costumbre que traigo de niño.

e) Porque es uno de los requisitos esenciales para quien estudia en la UNESP.

f) Porque me invitan a fiestas que terminan tarde (a la hora en que me tienen que echar).

g) Todas las anteriores.

h) Ninguna de las anteriores.

i) NS/NC

j) "Que se yo, yo lo/la voté a Lula/Cristina"

Un abrazo grande, para todos.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Isso porque eu troquei um 2 por um 5...


[eu]Alôu, é do Senac?

[velha senil] Intaum, não sei direito o que é esse pacote, eu falei com o zé milto, ele passou aqui.

[eu] Desculpe, só gostaria de saber se é esse telefone do Senac.

[velha senil] Senac? É sim, mas os minino mudaro tudo daqui, eles tavam aqui antes, mas aí cê sabe como é, vai cada um prum canto, espalha tudo e cê nunca sabe onde eles vão.

[eu] Me desculpe, liguei errado.

[velha senil] Vamo fazê o seguinte? Eu deixo aqui o pacote e vc passa aqui pra pegar, não liga não, pode vir que tá tudo acertado com o zé milto que ele passou aqui ontem.

[eu (não resisti)] Pacote? Que pacote?

[Velha senil] Porque aí você deixa o dinheiro acertado com ele mesmo. Ou liga no telefone dele, que vcs acerta tudo, mas eu vô deixá o pacote, e cê pede pros minino carregá.

Tive que desligar... Foi um belo início de terça-feira...

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A idéia era fazer uma foto pra ilustrar o texto. Mas acabei gostando muito mais da foto, e não acho que tenha muito a ver com o texto. Enfim!


Confira outra versão no navegandosonhos


Quinta-feira sutil

Quinta-feira tem um cheiro especial.

Não é o cheiro de sexta, quando o fim de semana já bate na porta. Não, é algo mais sutil, uma sensação gostosa de que o fim de semana está chegando, como aquele ventinho que às cinco da tarde indica que a noite terá chocolate e cobertores.

Segunda é ressaca. Terça morta. Na quarta-feira o happy hour chega para quebrar a monotonia da semana.

Mas a quinta... Ah, a quinta é quando os bares e restaurantes estão confortáveis, não abarrotados, mas com suficiente calor humano. É como aquele convite que sopra no seu ouvido hora ou outra. Aquela ansiedade dos rapazes em esperá-la se arrumar.

O encanador não veio, a louça está começando a provar a geração espontânea, o tanque está cheio de roupa para lavar. Não tem problema, hoje é quinta. E esse cheirinho de quinta que ninguém percebe é que faz dela um dia diferente. Sutil.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Sim senhores, hoje é quinta-feira e eu (ainda) não sumi.

O Contexto passou, e agora o novo nome da minha dor de cabeça é Comunesp. Mas vamos ao post de hoje.



Rotina


Acordar as seis e meia da manhã não é a coisa mais legal do mundo. Muitos provavelmente me acharão estranho levantar essa hora para entrar oito e meia. Mas eu gosto de tomar um banho e ler o jornal com calma enquanto tomo o café da manhã, faz parte de meu ritual matinal, melhora um bocado o meu dia o café da manhã com calma ao invés de enfiar um pedaço de pão na boca enquanto abro a porta da sala.

É engraçado trabalhar em um horário "normal". Trânsito, pessoas bocejando nos carros à minha volta, mulheres caminhando na calçada com a bolsa sob o braço, estalando os saltos no cimento tosco.

Mais estranho é voltar as seis. Trânsito, pessoas entediadas e estressadas em todos os lados à minha volta. Curioso, pois uma vez findado o trabalho, por quê não relaxar já no carro curtindo um sonzinho bacana no Astra? Mas não, as pessoas buzinam e resmungam, pisam, costuram e um dia ainda levam meu retrovisor.

Eu me reservo o direito de estar estressado saindo do trabalho por dois motivos básicos: Em primeiro porque aquela não é hora de relaxar enquanto à minha frente ainda ser encontram quatro horas do mais puro blablablá jornalístico. Mais divertindo ainda é ouvir professores que não gostam de assessoria, irônico, no mínimo.

Me distraí e não disse o segundo motivo: É que o som do meu Celta está quebrado há alguns meses e ainda não tive saco, ou vergonha na cara de arrumar. Falando no carro, troquei o pneu hoje, é tão triste ver o seu dinheiro escorregando da sua mão como água.

Mais uma digressão. Mas não importa, este texto não tem motivo nenhum. Aliás, para dizer a verdade são só umas palavras tolas de um rapaz entusiasmado em acordar as seis e meia da manhã todos os dias. Ou não.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

AY, SAN PABLO - CORINTHIANS !

Fin de semana de acampe en Botucatú.

Después de una semana bien movida, Bulhões y Piri, amigos de la facu, me rescataron de algún lugar y fuimos el sábado con una gente de Unesp para un camping con lago, bueyes y cascada. También había una plantación de café y quedé medio colgado con el hecho de pensar que esa plantita haya hecho a São Paulo la ciudad más grande de América.

En el lago, la gente saltó desde una piedra. Eran como cinco o seis metros de altura. Mucha adrenalina (queda tan feo poner cagazo). Pero no importó. Al grito de Vamos Argentina ! puse en blanco mis pensamientos, que recién volvieron cuando todavía no caía al agua, o sea después unas décimas de segundo bastante largas. Algún día van a estar las fotos de la tallarineada que nos comimos allá.

El domingo, volvimos escuchando fútbol por la radio. Debe haber sido como el Victor Hugo de Brasil con el Tano Fazini, también de Brasil. La cosa es que algo se les entendía...

Domingo de súper- súper- super clásico en el Brasileirão !!!

São Paulo, el mejor equipo de América en la actualidad, líder muy cómodo en el Brasilero (adelante lejos del Cruzeiro), vencedor de Boca en dos partidos muy chivos, enfrentaba al Corinthians, envuelto en casos de corrupción, con cuatro años sin ganarle al São Paulo y en zona de descenso directo. Para colmo de visitante en el Morumbí. Solamente había que calcular la cantidad de goles que iba a hacer Rogerio ...

Aquí va la cobertura del juego.

15:50 hs, Botucatu, en un drugstore cualquiera:
Bulhões: Van a pasar el partido?
Almacenero: (una serie de palabras ininteligibles). Ud. es sãopaolino?
B: Si.
A: Entonces lo quiero a las 6 acá torciendo para que el Goiás le gane al Cruzeiro.
B: Ud. es corinthiano...
A: No, soy sãopaolino, pero hoy creo que no ganamos...

16 hs, Rodovia Marechal Rondon Rondon, rumbo a Bauru, comienza el partido y el de la radio empieza a hablar muy rápido.

16:15, Rodovía Rondon:
Piri: "A ese Felipe hay que ponerle una cobertura para que no le pase nada..."

16:30, Rodovía Rondon: El de la radio sigue hablando rápido. Parece que habla de fútbol.

16:40, Rodovía Rondon: Felipe ataja un tiro libre del otro arquero, Rogerio Ceni. Confirmado: el de la radio está relatando un partido.

16:53, Rodovía Rondon: Intervalo y la Piri cuenta su dura historia en una familia palmeirense: "Hice corinthianos a todos mis primos más chicos."

16:14, Rodovía Rondon: Felipe era titular del diario del lunes. Si el resultado no cambiaba, él iba a ser la figura.

16:20, Rodovía Rondon: Empezaba a lloviznar y ahora sí que esta región de Brasil era más parecida que nunca al litoral argentino. Con ese color de tierra parecía ser la provincia de Misiones (cerca del estado de Paraná). Era agradable el olor del ozono en la lluvia.

16:41, cuarto del Teté y Alberto, Rep. de los Macaquitos: Gol.

16:50, Rep. de los Macaquitos: Fin del partido, São Paulo 0 x Corinthians 1 (Betão, a los 41 del segundo tiempo). Destaque: Felipe.

Frases macacas que dejó el partido:

Brigadeiro: No, yo quiero que descienda. (Al ser consultado sobre el buen gesto del tricolor para ayudar al Corinthians)

Teté: Terminó. Podés creer ?

Michel: ...

Rodrigo: Da igual. Yo me hice sãopaolino para vivir feliz...

Livia: Cualquier cosa, menos corinthiano.

Ulisses: Tomá argentino ! Con que los clásicos argentinos eran diferentes de los brasileños ? Con qué en Brasil ya sabe quien va a ganar antes de jugar ? Solamente en Argentina puede ganar cualquiera ? Vamos Corinthians ! Tomá argentino !

Raúl: Estoy representando muy mal al fútbol de mi país...

Hasta la próxima edición de "Fútbol desde Botucatú" !

Em brasileiro www.efectopaulista.blogspot.com